Acordemos

É sempre fácil examimar as consciências alheias,

identificar os erros do próximo , opinar em questões que não dizem respeito ,

indicar as fraquezas dos semelhantes, educar os filhos dos vizinhos,

 reprovar as deficiências dos companheiros, corrigir os defeitos dos outros,

assemelhar o  caminho  reto a quem passa, receitar paciência a quem sofre e retificar as  más qualidades de quem segue conosco…

Mas enquanto  nos distraímos, em tais incursões a distância de nós mesmos,não passamos de aprendizes que fogem, levianos, à verdade e à lição .

Enquanto  nos ausentamos dos estudo de nossas próprias necessidades, olvidamos a aplicação  dos príncipios superiores que abaçamos na fé viva, como  simplesmente

cegos do  mundo interior relegados à treva…

Despertemos, a nós mesmos, acordemos nossas energias mais profundas para que o  ensinamento  do  Cristo  não  seja para nós uma benção  que passa, sem proveito  à nossa vida,

porque o infortúnio  maior de todos para a nossa alma eterna é aquele que nos infelicita quando  a graça do Alto  passa por nós em vão !"…

Graças a Deus  ! Amigo  Augusto para ti  com afeto !Smack !

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Uma resposta para Acordemos

  1. Unknown disse:

    ""Semelhantemente, ao aproximar-se a hora da Revelação de Jesus, alguns dos Magos, cientes de que aparecera no céu a estrela de Jesus, procuraram-na e seguiram-na, até que vieram à cidade que era a sede do Reino de Herodes. O domínio de sua soberania naquele templo abrangia toda aquela terra.Disseram os Magos: "Onde está o Rei dos Judeus, que é nascido? porque nós vimos no oriente a Sua estrela e viemos adorá-Lo." (45) Depois de haverem procurado, descobriram que em Belém, na terra da Judéia, a Criança nascera. Foi este o sinal que se manifestou no céu visível. Quanto ao sinal no céu invisível – céu do conhecimento e da compreensão divinos – foi Yahyá, filho de Zacarias, quem deu ao povo as boas novas da Manifestação de Jesus. Assim mesmo como Ele revelou: "Deus te anuncia Yahyá, que dará testemunho do Verbo de Deus, de um Ser grande e puro." (46) O termo "Verbo" refere-se a Jesus, Cuja vinda Yahyá predisse. Ainda mais, encontra-se nas sagradas Escrituras: "Veio João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Fazei penitência; porque está próximo o Reino dos céus." (47) Por João se entende Yahyá.E também, antes de se desvelar a beleza de Maomé, manifestaram-se os sinais do céu visível. Quanto aos sinais no céu invisível, apareceram quatro homens que sucessivamente anunciaram ao povo as boas novas de que nascera aquele Luminar divino. Rúz-bih, mais tarde chamado Salmán, teve a honra de estar a seu serviço. Ao aproximar-se o fim da vida de um deles, este mandava Rúz-bih a um outro, até que o quarto desses homens, percebendo estar próxima sua morte, se dirigiu a Rúz-bih, dizendo: "Ó Rúz-bih! Quando tiveres tomado meu corpo e o enterrado, vá a Hijaz, pois aí há de nascer o Sol de Maomé. Feliz és tu, porque verás Seu semblante!" (Bahá\’u\’lláh, Kitab-i-Iqán – O Livro da Certeza)Reflitamos: seria possível executar na época atual a Lei do Velho Testamento? Não, em nome de Deus! Seria impossível, impraticável. Foi por isso, certamente, que Deus a revogou na era de Cristo. Lembremo-nos também que o batismo no tempo de João Batista, visava despertar o povo, exortando-o a se arrepender de todos os pecados, e a esperar vigilantemente a vinda do Reino de Cristo. Na Ásia, porém, os católicos e os adeptos da Igreja Ortodoxa mergulhavam as crianças recém-nascidas em água misturada com azeite de oliva, e isso provoca tamanho abalo que elas se agitam, e muitas adoecem. Em outros lugares, o sacerdote deixa cair a água batismal sobre a fronte. Entretanto, nem de um modo, nem de outro, recebem as crianças qualquer benefício espiritual. Qual o resultado obtido, então? Não falta quem se admire e pergunte: Por que mergulhar a criancinha na água, se isso não a desperta espiritualmente, nem é motivo de fé ou conversão, mas um simples costume? No tempo de João Batista não era assim; antes de tudo, ele exortava o povo, incutia-lhe o arrependimento, e conduzia-o a desejar e a aguardar com vigilância a vinda de Cristo. Quem recebia o batismo e se arrependia dos pecados com absoluta humildade, também purificava seu corpo, lavava-o das impurezas externas. E dia e noite, constantemente, esperava com grande anelo a manifestação de Cristo, e a entrada no Reino do Espírito de Deus. (1) (\’Abdu\’l-Bahá, Respostas a Algumas Perguntas)

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